DEMISSO DE NISE YAMAGUCHI POR SUA DENNCIA DO HOLOCAUSTO BRASILEIRO NA LUTA CONTRA A CLOROQUINA | Direitos Humanos | JORNAL PACIFISTA 

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Direitos Humanos / 12/07/2020


DEMISSÃO DE NISE YAMAGUCHI POR SUA DENÚNCIA DO HOLOCAUSTO BRASILEIRO NA LUTA CONTRA A CLOROQUINA

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DEMISSÃO DE NISE YAMAGUCHI POR SUA DENÚNCIA DO HOLOCAUSTO
BRASILEIRO NA LUTA CONTRA A CLOROQUINA. A TENTATIVA DE
DISFARCÁ-LO INSTRUMENTALIZANDO UMA INDIGNAÇÃO JUDAICA
INVENTADA PELOS INIMIGOS DO GOVERNO. NÓS, JUDEUS QUE
APOIAMOS BOLSONARO E SOMOS GRATOS POR SEU APOIO A ISRAEL,
DESMENTIMOS ESTA INFÂMIA.
O hospital Alberto Einstein, que se apresenta como “Hospital Israelita”, apresentou a seguinte
justificação para fazer parecer que demitiu a Dra. Nise por ter comparado os judeus conduzidos
às câmaras de gás e o povo brasileiro ao marchar para a morte sem a chance de socorrer-se pela
cloroquina:
“Trata-se, contudo, de hospital israelita e a Dra. Nise Yamagushi, em entrevista recente,
estabeleceu analogia infeliz e infundada entre o pânico provocado pela pandemia e a postura
de vítimas do holocausto ao declarar que "você acha que alguns poucos militares nazistas
conseguiriam controlar aquela MASSA DE REBANHO de judeus famintos se não os submetessem
diariamente a humilhações, humilhações, humilhações..."
A Dra. Nise, claramente denuncia nesta passagem o Holocausto do povo brasileiro, apassivado
diante sonegação de seu direito à vida; mais ainda, ela faz tremular no ar o sangue dos que das
tumbas gritam que poderiam ter recebido a cloroquina no início e ter salvo suas vidas. Ela diz
que só conseguem negar-lhe este direito por ter sido o povo brasileiro tão massacrado pelos
instrumentos do poder contra o qual o Presidente luta que já foi desfibrada a sua dignidade a
ponto de nem mais saber dela, aceitando qualquer coisa de quem lhe encima as botas da
desinformação e mentiras.
A Dra. Nise, pessoa que tem toda a nossa admiração pelo amor à humanidade e que expressa
nas suas palavras, sempre que pode, o desejo de salvar vidas, está sendo combalida pelas
imensas forças em jogo, que litigam contra um remédio a pretexto de cientificidade que pode
ser debelada pelos mais simples argumentos.
Ousamos dizer que a exigência do duplo cego randômico passa por tamanha impossibilidade de
aplicação que o mais rudimentar estudante de lógica colocaria em xeque a comunidade médica
que contende em sentido oposto. Já dissemos em nossa nota anterior sobre a dificuldade de
realização do duplo cego randômico (distribuição aleatória em grupos de controle, nos quais
50% das pessoas recebem placebo e a outra metade o remédio verdadeiro), pois:
a) o COVID-19 tem uma evolução diferenciada de pessoa para pessoa, e numa velocidade
altíssima, não se podendo estabelecer de modo algum um padrão que signifique
homogeneidade; essa foi a causa do estudo do Lancet, com 96.000 pessoas, passar a ser vista
como piada entre os cientistas (como estabelecer homogeneidade entre 96.000 pessoas?)
b) Pela mesma velocidade de contágio combinada com a possibilidade de ser assintomático,
tampouco se pode saber quando a pessoa foi contaminada, de forma que não é incomum que
os sintomas manifestem-se quando a carga viral já existe em volume expressivo, pelo que a
inibição da replicação, que seria, em tese, o efeito da cloroquina, já não adiantará mais.
c) como a velocidade da evolução do COVID-19 pode ser altíssima, aqueles que recebam o
placebo e tiverem a má sorte de serem daquelas pessoas em que rapidamente podem chegar à
letalidade, não poderão mais, após findo o teste, fazer uso da cloroquina, porque todas as
teorias apontam que o efeito da cloroquina, como explicado acima, em “b”, consoante a tese,
somente se dá quando a aplicação é precocemente realizada.
Mais ridícula ainda é a profusão de publicações contra um remédio conhecido há 65 anos como
se agora fossem descobertos seus efeitos colaterais.
Mas a Dra. Nise luta, junto com o Presidente, contra um Poder imenso, simbolizado muito bem
pelo descuido de Lula ao dizer que “ainda bem” que o vírus ocorreu para mostrar sua senda de
redenção, a saber, a necessidade de mais Estado; é esta mentalidade que coisifica o homem na
voracidade das utopias sanguinárias que se permitem sacrificar milhares de pessoas ao seu
propósito, num desígnio deletério equiparável às maiores vocações genocidas.
Toda a imprensa, toda a oposição, todos os enclaves políticos que militam contra o Presidente
se articulam contra um tratamento que precocemente poderia ter salvo milhares de vidas,
enquanto sob os olhos da Dra. Nise desfilam as vítimas em marcha fúnebre, incapazes de reagir,
esmagadas pelo peso de um establishment que move todas as suas teclas para calar as vozes
capazes de se insurgir.
Antes foram os apoiadores nas redes, agora são os médicos favoráveis ao uso da cloroquina.
Quem mais será degolado a sanha da desinformação e perseguição?
Quantas figuras públicas continuarão a colocar sua assinatura nas lápides desconhecidas e nas
valas comuns da COVID-19, os túmulos desconhecidos dos familiares nem mesmo têm direito
aos seus mortos? Quantas reputações tentarão sepultar junto com os mortos do COVID-19?
A comparação da Dra. Nise com os judeus poder parecer hiperbólica, mas os fatos que ela
enxerga têm contato com uma realidade próxima ao fenômeno concentracionário. Não nos
desonra nem desmerece nosso sofrimento como judeus em nada! Muito ao contrário, sentimo-
nos recompensados pelo fato de a lembrança do nosso morticínio seja utilizada para despertar
a consciência de um povo martelado pela apatia.
Vamos recordar aqui que o Presidente do Conselho Deliberativo da Sociedade Beneficente
Israelita Brasileira Albert Einstein, Cláudio Lottemberg, é irmão de Fernando Lottemberg da
CONIB (Confederação Israelita do Brasil), que por sua vez é membro do Instituto Fernando
Henrique Cardoso. Nunca o hospital Albert Einstein esteve, na verdade, propenso a corroborar
as ideias da Dra. Nise, porque sempre existiu um viés político contrário a Bolsonaro.
Do mesmo modo que quando o Ministro Ernesto Araújo comparou o isolamento a campos de
concentração a CONIB, mesmo após o apoio singular do Presidente a Israel, envergonhando
todos os judeus, aproveitou o episódio para atacar Bolsonaro, agora, novamente, tenta
converter a Dra. Nise numa leviana contra os judeus, quando sua irmã é convertida ao judaísmo.
Cuida-se de uma campanha difamatória sem precedentes com tinturas desconstrucionistas
como jamais se viu contra um Presidente. Envergonha-nos, como judeus, a instrumentalização
de uma indignação que inventaram para nós, judeus, como se nos representassem estes que
agitam essa ideia.
Querem fraturar as luzes de Bolsonaro como é a Dra. Nise e o apoio dos judeus de direita,
pretextando a existência de vilipêndio contra os judeus por parte de pessoas relacionadas ao
Presidente, numa tentativa de recuperar para outras vozes a bandeira do sofrimento judaico. As
vozes que agora trombeteiam na difamação estão sempre junto daquelas que nos apunhalaram
em todas as oportunidades que tiveram.
Não duvidamos que os mesmos que sempre nos golpearam estejam amanhã ecoando a defesa
da memória dos judeus como se Nise fosse uma algoz. Entre estes podemos citar o PT, que
realizou no Sul uma exposição contra Israel, o governo fantoche de Dilma, boneca que Lula usava
como ventríloquo, que recusou um embaixador israelense sob o pretexto de que apoiava atos
prepotentes contra palestinos enquanto recepcionava os embaixadores de todas as ditaduras
islâmicas e africanas, o presidente Lula que se recusou a visitar um monumento sionista estando
em Israel, o PSOL, que apoia o BDS (movimento com comprovada relação com o terrorismo) e
igualmente apoia a ditadura venezuelana que já conta com 6.000 mortos na repressão, e seu
deputado, Baba, que queimou a bandeira de Israel, etc. , junto com toda a imprensa...
A ASBI foi criada como um movimento político de judeus e aliados do sionismo para combater a
deformação da palavra sionismo e sobretudo, como aliada de Bolsonaro, ter coragem de
assumir sua posição de direita, dando voz às pessoas da comunidade judaica que não se sentiam
representadas mas não ousavam dizer seu nome. Desde sempre entendemos que assumir uma
posição era deixar de defender os judeus com o rabo entre as pernas da neutralidade.
Uma vez mais, renovamos nosso voto de apoio ao Presidente e desmentimos, como judeus
que somos, essa infâmia contra a Dra. Nise, feita para macular sua imagem e atingir o chefe
de Estado mais amigo que Israel já teve no Brasil; fazemo-lo com orgulho, em nome de
muitíssimos judeus que comungam do mesmo pensamento.
Dra. Nise, conte com nosso apoio, respeito e admiração!
Félix Soibelman
Presidente da ASBI
Embaixador Celso Dias Presidente da WPO

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